Muita gente acha que o cirurgião torácico entra em cena só no dia da cirurgia. Na prática, meu papel no câncer de pulmão começa bem antes — e vai muito além do centro cirúrgico.
Sou eu quem ajuda a decidir se, quando e como operar. Avalio o estágio do tumor, a função pulmonar, o risco cirúrgico e, principalmente, o momento certo do tratamento. Em muitos casos, a melhor decisão não é operar de imediato.
O câncer de pulmão exige trabalho em equipe. Cirurgião, pneumologista, oncologista, radiologista e patologista discutem cada detalhe para definir a melhor estratégia para aquele paciente específico.
Cirurgia não é só técnica. É timing, critério e decisão bem tomada. É isso que muda desfecho.